Não adianta fugir
Agir como se pudesse evitar
Não vês? Estou ao seu lado
Logo, cairás em minhas mãos
E, mais uma vez, o arrastarei
Não adianta se debater
Arranhar o chão, gritar...
És minha presa, meu prisioneiro
As águas geladas irão cercá-lo
Até que sua pele se torne azul
E percas todo o teu vigor
Então, o puxarei
Até que teus olhos não vejam mais a luz
E a vida tenha escapado de teus olhos
E, então, serás meu, somente meu
Meu troféu, minha doce recompensa
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